Podemos desiludir-nos quantas vezes com alguém? Qual é o limite a partir do qual a travessia do gosto ao desgosto toma a forma incontornável de um naufrágio?
Disse-me ela: soube naquele dia que tinha chegado a esse lugar sem retorno, onde do outro já nada esperas. A sua luta era que o ódio não crescesse, pois a rejeição essa tinha tomado definitivamente o lugar do coração.
Brilhante texto com o qual me identifico.
ReplyDeleteObrigada, este é o diário de um naufrágio pessoal, ao que se acrescentam outros naufrágios de outros/as. Nele só se escreve desencanto, por isso não se pode escrever muito, comporta peso excessivo.
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